Não aguento mais a depressão sorrateira. Sempre na espreita. Imortal, invencível, cíclica. Vai, mas está sempre presente. Seu grito agudo corrompe qualquer ação que sinonize prazer. É dramaticamente ridícula. Pensar sobre os erros passados. Divagar e divagar sobre a distância do fundo do posso, para subitamente ser levado por emoções passageiras, posteriormente voltando ao mesmo estado de espírito. Por que não vai embora, se eu quero que vá? Se, segundo a psicologia, a necessidade de nos reciclarmos faz com que tomemos atitudes definitivas, o que é que está acontecendo que o efeito não está surtindo? Onde está minha mente? Onde eu estou? Aonde estou indo sozinha? Ninguém consegue me convencer dizendo que está comigo. Não consigo rumar e decidir. Pessimismo dói!
Amanhã, se houver Sol, estarei pensando diferente.
Eu e minha personalidade incontrolável.
sábado, 19 de setembro de 2009
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