Superando os anos em os quais a mulher se encontrava presa a uma realidade infestada de tabus sufocantes, é possível identificarmos o avanço da atribuição de direito e conquistas. Autosuficiência, espaço no mercado de trabalho e influência na política, tanto diretamente, como eleitora, quanto indiretamente, concorrendo a cargos no poder legislativo, são exemplos da repercussão provocada pela simbólica queima de sutiãs. Contudo, sempre presente em revoluções haverá pessoas desfavoráveis às mudanças. Nesses caso, a repressão é masculina e feminina, feita de forma indireta.A segunda fase foi um pouco mais ambicioasa. Criticava a primeira alegando que a felicidade feminina não deveria estar, necessariamente, atralada ao caminho convencional como casamento, filhos e estabilidade econômica. Em suma, identifica-se claramente um desejo de desvinculação das relações de dependência masculina , desejo tão forte que se manifesta até hoje, beirando casualmente exacerbações e criação de disputas desnecessárias. Enquanto houver uma desvalorização, é justificável a defesa do seco a todo custo. Uma harmonia entre homens e mulheres é o objetivo principal; quando um dos lados excede o peso na balança, seus argumentos acabam tornando-se antiéticos.
A terceira fase é tida como uma análise dos resultados e erros do movimento anterior. Atualmente, é aquele que mais vem sendo executado. Tão importante quanto fundamentar um pensamento é manter o respeito à diversidade de pontos-de-vista existentes. Caso contrário haverá uma desunião, bem como o que vem provocando um descrédito na capacidade de igualarem-se os sexos.
A história nos mostra fatos que resultaram em avançoes e retrocessos. A conquista de espaço na sociedade pela mulher continua em andamento. Os exemplos do passado devem ser consultados para que revelem o sucesso da união por um ideal, evitando erros futuros.


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