sexta-feira, 9 de julho de 2010

F uga nº 3 (Ode ao Sol)










Dedico esta bela tarde invernal de calor,
Átipica como esta fuga do quotidiano,
Para livrar meu cérebro de um futuro dano.
À Redenção sigo livre de pudor.

Cansaço, confusão e desencanto;
Lá encontro a cura dessas sequelas
Deitada na grama amarela
De esperar pelo o Verão tal qual um messias; um santo

Dedicação ao vácuo sem pensamentos,
Sem esforços, sem abstrações...
Oh terna luz solar! Contemplo-te para buscar soluções
Ao caos pessoal, ao tédio e aos tormentos

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