sexta-feira, 15 de maio de 2009

Um marco! Rompi uma das minhas barreiras. Viva eu!

De transeutes e pacientes
é que é feita a nossa tribo. De gritos e ritos diversos,
seus donos, neste devaneio,
os exibo.

Tão palhaço outrora
atualmente é o que menos tem é graça
Sempre foi tão bem aceito
Hoje? Nada mais de praça.

A gaja bela dos palcos
que de tanta meiguice, cheira a doce
Arranjou um qualquer, baixou as cortinas,
deixou que fosse.

Nossa próxima figura
pintou de arco íris a Bastilha
derrubou o antigo regime: casa, colégio
e família

E alguns não mudam nunca.
Mesmas ideias, mesma expressão
As vezes eu mesma os invejo
Boas praças sempre serão.

Não é que seja nostalgia
Ou vontade de fazer o tempo parar
Temos faculdade, emprego
Da nossas próprias iremos cuidar;

Encontros de final de tarde
E trabalhos com cartolina e bom trato
Assemelham-se às cidade mortas
discritar por Monteiro Lobato.







"there's something in the way she moves..."
so calm, so chaming, so light sweetly walking
could I be gaffed just for this good vibration again?

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